sábado, 23 de abril de 2016

Dom Orani: Aprendamos com São Jorge a sermos testemunhas da fé cristã


São Jorge


REDAÇÃO CENTRAL, 23 Abr. 16 / 07:30 am 


O chamado “santo guerreiro”, um grande defensor e testemunha da fé cristã. Este foi São Jorge, cuja festa é celebrada neste dia 23 de abril. A grande devoção dedicada a este santo foi recordada pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, em artigo no qual convida os fiéis a pedirem “Que São Jorge nos ensine a dialogar permanentemente na defesa de nossa fé e na construção da paz”.

Padroeiro do estado do Rio de Janeiro, São Jorge é muito devotado não apenas entre esta população, mas em todo o Brasil e vários outros países. Há poucas informações sobre sua história, mas, conforme indica Dom Orani, “o carinho de seus devotos acrescentou elogios em sua vida, dando algumas características daquilo que o coração fala e admira, embora nem sempre corresponda a fatos históricos”.

Filho de pais cristãos, Jorge de Anecii viveu no século III, quando Diocleciano era imperador de Roma. Nasceu na antiga Capadócia, que atualmente pertence à Turquia, e ainda criança se converteu a Cristo, “quando passou a temer a Deus e a crer em Jesus como seu único e suficiente salvador pessoal”.

Após a morte de seu pai, mudou-se com sua mãe para a Palestina, ingressou no serviço militar e “distinguiu-se por sua inteligência, coragem, capacidade organizativa, força física e porte nobre”. Assim, logo foi promovido a capitão do exército romano e ainda recebeu o título de Conde. “Com a idade de 23 anos, passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções”, indica o Cardeal.

Entretanto, “nessa mesma época, o Imperador Diocleciano traçou planos para exterminar os cristãos”, o que não intimidou Jorge. “No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião, declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses”.

Nesta ocasião, Jorge se manteve “com grande coragem” e firme em “sua fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens”.

Um cônsul, então, o questionou sobre a origem de tal ousadia, ao que respondeu que era por causa da verdade.

“O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: ‘o que é a verdade?’. Jorge respondeu: ‘A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e n’Ele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade’”.

Diante disso, o Imperador tentou fazer com que Jorge desistisse de sua fé, submetendo-lhe à várias torturas. Mas, nada disso o fez negar sua fé.

“A fé deste servo de Deus era tamanha que muitas pessoas passaram a crer em Jesus e confessá-Lo como Senhor, por intermédio do testemunho e da pregação do jovem soldado romano”, conta o Arcebispo.

Jorge, então, foi degolado em 23 de abril de 303, por ordem de Diocleciano. “Logo, a devoção a ‘São’ Jorge tornou-se popular. Celebrações e petições aimagens que o representavam se espalharam pelo Oriente e, depois das Cruzadas, tiveram grande entrada no Ocidente”.

“A imagem de São Jorge – explica Dom Orani – é representada por um jovem vestido com uma armadura, sentado em um cavalo branco com uma lança atravessando o dragão, pois o santo é imortalizado no ‘conto’ em que mata um dragão”.

Seus restos mortais “foram transladados para Lida (ou Lod, antiga Dióspolis), que é uma cidade da região da atual Israel e foi onde teria residido sua mãe”. Mais tarde, neste local o “imperador cristão Constantino mandou erguer um suntuoso oratório aberto aos fiéis, para que a devoção ao santo fosse espalhada por todo o Oriente”.

Sua devoção se espalhou e o santo se tornou patrono “da Inglaterra, Portugal, Geórgia, Catalunha, Aragão, Lituânia, da cidade de Moscou e de muitos outros locais e entidades”.

Neste dia de São Jorge, o Cardeal Tempesta exorta a que “contemplemos a todos com os olhos da fé e oremos para que todos busquem a vida nova em Cristo”.

“Ao olhar para São Jorge – anima – possamos, a exemplo dele, lutar contra o dragão do mal para sermos vencedores nesta batalha contra os questionamentos da nossa fé”.

“Que com a mesma coragem professemos esta nossa fé neste tempo de tantas questões e problemas, e que, com o coração aberto, vivamos como irmãos e irmãs que em Cristo se amam”, completa.

Por fim, pede “pela paz em nossa amada cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro e em nosso Estado.






Matéria retirada do site:

Papa Francisco envia uma carta ao Polo Norte

VATICANO, 23 Abr. 16 / 05:00 pm (ACI).- 


O Papa Francisco enviou uma carta aos membros da primeira Expedição Argentina e Sul-americana 2016 Polo Norte pela Mudança Climática, que estão no extremo norte do planeta levando a encíclica Laudato Si’, um ramo de oliveira como símbolo da paz e a bandeira da fundação ‘Scholas Occurrentes’.

Esta expedição é promovida pela ‘Scholas Occurrentes’ e pela fundação Criteria, a qual indicou que o objetivo é “atrair a atenção do conjunto da sociedade sobre a problemática do meio ambiente: o cuidado da Terra e o aquecimento global”. Estas “são circunstâncias que dizem respeito a todos os habitantes do planeta”, afirmou.

Por meio desta carta, o Papa enviou sua especial saudação a nove expedicionários argentinos por ocasião da excursão “que estão realizando ao polo norte, a fim de difundir uma mensagem de esperança através da Scholas, em favor do cuidado da casa comum”.

“Tenho certeza de que o problema é grave e que iniciativas como as que vocês estão implementando ajudam a conscientizar acerca da degradação do ambiente, o esgotamento das reservas naturais, a contaminação e também pela grave desigualdade de distribuição das riquezas”, afirmou o Papa.

Nesse sentido, disse que “esta travessia que estão protagonizando mostra que com amor, esforço e trabalho em equipe, é possível transformar os antigos muros em pontes”.

“Obrigado por levarem a bandeira dos jovens das Scholas e a mensagem de vocês. Obrigado pela coragem de vocês e empenho no demonstrar que tudo é possível. E obrigado a suas famílias que os acompanham de longe”, conclui Francisco.

Por sua parte, o diretor mundial de Scholas Occurrentes, José Maria del Corral, recordou que “uma das prioridades do Papa Francisco é o cuidado da casa comum”. “Isto é um testemunho mais que fortalece os diversos colégios que estão trabalhando neste programa da Laudato Si’ com a cidadania global… estes expedicionários são um exemplo para os nossos alunos”, afirmou.

Do mesmo modo, o presidente de Criteria e membro da expedição, Santiago Tito, disse do Polo Norte: “Estamos muito orgulhosos de levar o ramo de oliveira da paz e a Laudato Si’ ao Polo”. Indicou que a encíclica do Papa é muito importante porque “descreve tudo o que queremos representar nesta expedição que é a conscientização da mudança climática e do cuidado da casa comum”.






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Hino de São Jorge

VIVA SÃO JORGE!!!







terça-feira, 19 de abril de 2016

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Projeto promove solidariedade entre as dioceses brasileiras

14/04/2016
Projeto promove solidariedade entre as dioceses brasileiras


CNBB possui fundo para partilha de recursos em vista da formação dos futuros sacerdotes


Em 2012, no contexto da preparação para os 50 anos do Concílio Vaticano II, o episcopado brasileiro iniciou uma reflexão sobre a carência de recursos para a formação do clero. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) identificou dioceses que, por longos anos, não recebia seminaristas por falta de condições financeiras para custear a formação.

“Temos uma série de dioceses cuja renda mensal não chega a 5 mil reais. E o custo de formação no seminário é a maior despesa que temos”, explica o bispo de Parnaíba (PI), dom Alfredo Schaffler. Com esta constatação, o bispo iniciou a sensibilização do episcopado brasileiro, que aprovou por unanimidade o projeto “Comunhão e Partilha”, pelo qual cada diocese do Brasil contribui com 1% de sua receita bruta mensal para um fundo na CNBB em prol da solidariedade com as dioceses mais pobres.

As dioceses carentes são divididas em três categorias, e mesmo as que recebem o benefício também contribuem. Os recursos se destinam exatamente para a manutenção dos seminaristas na filosofia e teologia. E os resultados do projeto são bastante positivos, revela dom Alfredo. “Em 2016, temos 300 seminaristas sendo apoiados através deste fundo, de mais de 40 dioceses”. Ele destaca que quatro sacerdotes indígenas foram recentemente ordenados no Amazonas, graças à manutenção proporcionada pelo “Comunhão e Partilha”.


por Diego Joaquim Sousa





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Dica de Cinema: Deus não está morto 2 estreia hoje no Brasil

08/04/2016


Estreia hoje (07) em mais de 120 cidades brasileiras o filme “Deus não está Morto 2”. A produção propõe uma importante discussão sobre a liberdade de crença, defesa da fé e essas questões em ambientes públicos, como as universidades.

Na primeira produção, “Deus não está Morto”, o longa contou a história de um aluno que sofre intolerância religiosa por parte do professor. Já nesta sequência, a história se inverte, a vítima é uma professora universitária.

Grace, uma professora cristã, é questionada sobre Jesus dentro da sala de aula e sua resposta inicia uma perseguição ao direito à crença. Sua fé é colocada à prova ao enfrentar um processo judicial épico que poderá custar-lhe a carreira, que ela ama, e expulsar Deus das salas de aula – e da esfera pública – de uma vez por todas.

Para o co-roteirista, Chuck Konzelman, a história do longa está “a cerca de um passo à frente das manchetes”, pois ele entende que é uma questão de tempo a ficção se tornar realidade. No entanto, a expectativa de todos os envolvidos no filme é exatamente mudar essa perspectiva.

Hayley Orrantia, que interpreta Brooke Thawley, a aluna que questiona à professora sobre Jesus, diz que está satisfeita: “finalmente estamos falando sobre esse assunto polêmico”. E acrescenta: “Por que não podemos falar sobre esses tipos de coisas na sala de aula?”.

Melissa Joan Hart, que estrela o longa, declara: “Muitas vezes, como cristã, eu sinto que se fosse de uma religião diferente haveria mais respeito pelos meus valores, minha fé e minha igreja”. Já Maria Canals-Barrera diz que “é assustadoramente realista ter uma história na qual a fé de alguém é levada a julgamento, infelizmente”.

Canals-Barrera sabe o que está falando. Assim como acontece com Hart. Embora elas nunca tenham sido levadas ao tribunal por terem expressado a fé cristã, como atrizes de Hollywood, já passaram por situações de desconfiança e sofreram ‘censuras’ por suas crenças.

Ingressos especiais – “Deus não está morto 2” será exibido em 129 cidades brasileiras, a partir desta quinta-feira. Os exibidores oferecem ao público também uma oportunidade única de fazer reservas para sessões exclusivas e preços especiais para grupos interessados, como os religiosos.

Polônia vive seus últimos dias em preparação à Jornada Mundial da Juventude 2016

19/04/2016


A peregrinação dos símbolos da JMJ é um dos elementos mais importantes de preparação do país que acolherá a Jornada Mundial da Juventude.

Os símbolos, no período entre jornadas, peregrinam de diocese em diocese do próximo país sede. Visitam Igrejas, penitenciárias, escolas, hospitais, e onde mais se fizer necessário.

No dia 13 de abril de 2014, ao final da Missa de Ramos, no Vaticano, jovens do Brasil (país sede da última JMJ) entregaram aos jovens poloneses os símbolos da Jornada Mundial da Juventude. Na ocasião, o Papa Francisco confirmou a importância dos símbolos: “Peçamos ao Senhor que a Cruz, junto com o ícone de Maria Salus Populi Romani, sejam sinais de esperança para todos revelando ao mundo o amor invencível de Cristo”.

No dia seguinte, os símbolos chegaram à Polônia. Desde então, a Cruz e o Ícone visitaram as dioceses do país, e também nações vizinhas: Bielorrússia, Lituânia, Letônia, Rússia, Ucrânia, Moldávia, Romênia, Hungria, Eslováquia e República Checa.

Neste domingo, 17, a cruz e o ícone chegaram à arquidiocese de Gniezno, localizada na região centro-oeste da Polônia, onde permanecerão até o dia 30 de abril. Será o único lugar a receber os símbolos pela segunda vez.

Em entrevista ao site da arquidiocese, Marcin Kulczynski, padre capelão da juventude, afirmou: “Queremos que sejam dias em que os símbolos atinjam não só nossas paróquias e comunidades, mas especialmente àqueles lugares onde a Cruz não está presente. Queremos passar com a Cruz e o Ícone nos mercados e ruas de nossas cidades, centros de detenção e hospícios, queremos levá-los às pessoas que não chegam até as Igrejas.”


por Marcos Beltramin






Matéria retirada do site:

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Papa recebe presidente da República Centro-Africana

SEGUNDA-FEIRA, 18 DE ABRIL DE 2016, 11H20

Paz na República Centro-Africana esteve em pauta no encontro do Papa com o presidente do país

Da Redação, com Rádio Vaticano


O Papa Francisco recebeu em audiência privada nesta segunda-feira, 18, o novo presidente da República Centro-Africana, Faustin-Archange Touadéra. Na pauta do encontro, a paz no país.

Durante a audiência, foi destacado o clima construtivo com o qual é levada adiante a revitalização do processo eleitoral e das Instituições, o que contribui para o diálogo entre as confissões religiosas.

Por outro lado, foi evidenciado o quanto ainda pesam sobre a população as graves consequências dos conflitos armados dos últimos anos e, neste sentido, as delegações diplomáticas concordaram que é importante que a Comunidade internacional continue a sustentar o desenvolvimento da República Centro-Africana.

Também falou-se do desejo de que as boas relações bilaterais entre a Santa Sé e a República Centro-Africana possam se consolidar no quadro dos instrumentos jurídicos previstos pelo direito internacional.

Em novembro do ano passado, em sua visita à África, Francisco esteve na República Centro-Africana. Na ocasião, a Porta Santa do Jubileu da Misericórdia na capital Bangui.





Matéria retirada do site:

Papa: quem segue Jesus não erra; não confiar em falsos videntes

SEGUNDA-FEIRA, 18 DE ABRIL DE 2016, 8H38


Papa fala aos fiéis sobre a necessidade de reconhecer a voz de Jesus, o Bom Pastor, que conduz pelo caminho da vida

Da Redação, com Rádio Vaticano


Francisco durante celebração eucarística na capela da Casa Santa Marta / Foto: L’Osservatore Romano


“Se ouvirmos a voz de Jesus e O seguirmos, não erraremos o caminho”. Com essa reflexão, o Papa Francisco celebrou nesta segunda-feira, 18, na Casa Santa Marta.

A porta, o caminho e a voz. O Pontífice se inspirou no Evangelho do dia – quase um “eco” do trecho sobre o Bom Pastor – para comentar três realidades determinantes para a vida do cristão. Antes de tudo, observou, Jesus adverte que “quem não entra no redil das ovelhas pela porta é um ladrão e assaltante”. Cristo é a porta. Não existe outra, afirmou Francisco.

“Jesus sempre falava para as pessoas com imagens simples: toda aquela gente conhecia como era a vida de um pastor, porque a via todos os dias (…) O senhor fala tão claro. Não se pode entrar na vida eterna por outra porta que não seja A porta, isto é, Jesus. É a porta da nossa vida e não somente da vida eterna, mas também da nossa vida cotidiana. No redil se entra somente pela porta, que é Jesus!”
Seguir Jesus, não cartomantes

Francisco explicou que o Pastor conhece as suas ovelhas e as conduz, de forma que não erram o caminho. Assim também é na vida cotidiana, quando Jesus está à frente indicando o caminho a seguir.

“Quem segue Jesus não erra! Mas Padre, as coisas são difíceis. Muitas vezes eu não vejo claro o que fazer. Disseram-me que lá havia uma vidente e eu fui lá. Fui à cartomante que me mostrou as cartas. Se você faz isso, você não segue Jesus! Segue outro que lhe mostra outra estrada, diferente. Ele adiante indica o caminho. Não há outro que possa indicar a estrada. Jesus nos avisou: “Virão outros que dirão: o caminho do Messias é este. Não os escutem! Eu sou o caminho! Jesus é a porta e também a estrada. Se seguirmos Jesus não erraremos.”
Bem-aventuranças

O Papa se deteve na voz do Bom Pastor. “As ovelhas o seguem porque conhecem a sua voz”, disse o Pontífice. Questionando os fiéis se eles podem conhecer a voz de Jesus e se defenderem da voz daqueles que não são Jesus, que entram pela janela, que são bandidos, que destroem e enganam.

“Eu lhe direi a receita, simples. Você encontrará a voz de Jesus nas Bem-aventuranças. Alguém que lhe ensine um caminho contrário às Bem-aventuranças é uma pessoa que entrou pela janela: não é Jesus! Segundo ponto: Você conhece a voz de Jesus? Você pode conhecê-la quando nos fala das obras de misericórdia. Por exemplo, no capítulo 25 de São Mateus: “Se uma pessoa lhe diz aquilo que Jesus diz ali é a voz de Jesus. E terceiro: Você pode conhecer a voz de Jesus quando ele lhe ensina a dizer Pai, ou seja, quando lhe ensina a rezar o Pai Nosso”.

“É tão fácil a vida cristã”, comentou o Papa. Jesus é a porta. Ele nos guia no caminho e nós conhecemos a sua voz nas Bem-aventuranças, nas obras de misericórdia e quando nos ensina a dizer Pai. Lembrem-se! Ele é a porta, o caminho e a voz. Que o Senhor nos ajude a entender esta imagem de Jesus, este ícone: o Pastor, que é a porta, indica o caminho e nos ensina a ouvir a sua voz”.






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Músicas Católicas animadas e renovação Carismática

Músicas Católicas animadas e renovação Carismática

sexta-feira, 15 de abril de 2016

A monstruosidade do aborto, desmascarada sem necessidade de argumentos religiosos

O filósofo espanhol Julián Marías derruba a manipulação de palavras que tenta justificar o absurdo da “interrupção da gravidez”



Lexi FRETZ / f2photographystudio. com


O filósofo espanhol Julián Marías(Valladolid, 17 de junho de 1914 – Madri, 15 de dezembro de 2005), pai do escritor Javier Marías, autor de mais de 50 livros e de uma monumental História da Filosofia editada pela mítica “Revista de Occidente”, faz uma análise antropológica do aborto que pode prescindir da visão religiosa nesse complexo debate.

O pequeno ensaio de Marías aborda as implicações da “aceitação social do aborto” e a qualifica como “o que de mais grave aconteceu neste século que vai se aproximando do fim”. Ele se referia ao século XX, mas, tragicamente, o fenômeno vem piorando no século XXI.


Virando as costas para a realidade

As posições irredutíveis em torno ao aborto são todas, de alguma forma, posições “de fé”, seja de fé religiosa (“todo ser é querido por Deus”), seja de fé na ciência (“os dados mensuráveis são os únicos que contam”).

O filósofo espanhol procura superar esta discussão mediante uma visão antropológica, “fundamentada na mera realidade do homem, em como ele vê, vive e compreende a si mesmo”. É preciso, para isso, abrir os olhos em vez de virar as costas para a realidade.

Mediante o uso da linguagem cotidiana, Marías parte de uma distinção elementar, livre de qualquer peso ideológico: não são iguais uma coisa e uma pessoa. Em todos os lugares, da ilha mais remota ao centro de Manhattan, o homem distingue entre “o quê” e “quem”; entre “algo” e “alguém”; entre “nada” e “ninguém”.

Não existe possibilidade de confusão: são conceitos-chaves arraigados em nossa linguagem, e, portanto, em nosso pensamento sobre o essencial.

Esta distinção mostra que o filho não é uma “coisa” dos seus pais: não é um “o quê”, e sim um “quem”, um “alguém” que pode ser chamado de “você” e que, ao passar do tempo, chamará a si mesmo de “eu”. Esse alguém é vivo e dinâmico: poderá ser um idoso assim como, antes, terá sido um adulto, um jovem, um adolescente, uma criança, um feto, um embrião – e terá sido sempre o mesmo, sem nunca ter sido uma “coisa”. Nenhuma coisa chega a virar pessoa. Assim como em qualquer outra fase da vida, esse alguém, quando ainda feto, não “pertence” à mãe; nem ao pai; nem a ninguém; ele está sendo gestado no ventre da mãe, onde já é alguém desde que foi concebido como um ser humano absolutamente novo e único. A mulher nunca dirá “meu corpo está grávido”, mas “eu estou grávida”. A mulher diz “vou ter um filho” e não “tenho um tumor”.


Eliminados como coisas

A simples experiência cotidiana nos permite constatar que, assim como nós mesmos, o bebê ainda não nascido é uma realidade humana vivente. Ah, mas ele ainda não está pronto! E algum de nós está? O pequeno alguém que já vive no ventre da mãe é alguém que será – como nós também sempre seremos, mesmo quando já somos e fomos; e, assim como nós, ele também já é.

É incrivelmente falacioso apelar para o critério da autonomia no comer, no andar, no viver para dizer que alguém é. Se fosse assim, seriam “coisas” não só o bebê no ventre materno, mas também o bebê já nascido, o bebê de vários meses, o adulto em estado de coma, o adulto que apenas dorme profundamente, o idoso que depende do próximo para comer, andar, viver… E todos poderiam ser “eliminados” como coisas que não são autônomas. Realmente podemos levar a sério esse tipo de argumentação apelativa e irresponsável?

Voltando à linguagem, Marías “recomenda” que o enforcamento seja chamado de “interrupção da respiração”. Se, afinal, o aborto pode ser chamado de “interrupção da gravidez”, por que não? Talvez porque a verdade precisa imperar. E a verdade derruba esses recursos a eufemismos que tentam manipulá-la.

A verdade informa que, quando se aborta ou se enforca alguém, não só se “interrompe” a gravidez ou a respiração: em ambos os casos, assassina-se alguém (por mais que, na maior parte das vezes, o assassinato é mascarado de morte “necessária”: para melhorar a raça, para evitar a superpopulação, para evitar o sofrimento…).


Negando a pessoa humana

Marías conclui que o núcleo do problema é a negação do caráter pessoal do homem. No aborto, “desaparece” a paternidade, considera-se a mãe como alguém que sofre o crescimento de um “intruso”, transforma-se falaciosamente “alguém” em “algo” – para assim poder eliminá-lo. Trata-se, objetivamente, de uma monstruosidade.

Ao se eliminar o pai, a mãe, o filho, ao se desumanizar a relação do casal, o que resta de humano em tudo isso?

Para Julián Marías, a aceitação social do aborto foi, sem exceção, o que de mais grave aconteceu no século XX.

E nós sabemos que também no XXI.






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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Moacir Anastácio de Lima

A força que vem da cruz. O padre que reúne multidões em Brasilia nas festas de Pentecostes.


No seu caminho, ouviu vozes que lhe disseram: “Paciência! Calma! Espera um pouco e tudo vai ser diferente!”; “Paciência, tudo passa!”; “Eis que estou à porta e bato, se abrir entrarei!”; “Sê bem vindo! Tu chegaste. Eu venci, estás aqui!!” “Eu te quero padre!” “Serás padre, só padre, sempre padre! Eu estarei contigo, não tenhas medo.”

O padre Moacir no livro de seus pensamentos e ideias A Força que Vem da Cruz, em 10ª. edição, narra sua trajetória, centrando-se na catequese e nos ensinamentos do catolicismo, sendo ele uma das referências do Movimento de Renovação Carismática, nascido no Concílio Vaticano II.

“A primeira vez que me encontrei com Deus foi no meio do lixo. Talvez não tivesse nem cinco anos. Era apenas uma criança da roça, que nada conhecia da vida. (...) Foi quando os meus olhos de criança brilharam diante de folhas de papel jogadas ali. Uma das folhas chamou minha atenção. Aquela folha tinha um desenho: eram três homens crucificados. (...) Diante da fome que passei na minha infância, lembro-me das palavras de meu pai: ‘Deus dá’. É interessante, mas quando não tínhamos o que comer, meu pai dizia: ‘Deus dá’. (...) Uma noite, já muito tarde, eu deveria estar com doze anos e me lembro que fiquei de joelho diante das imagens que tinha na parede de nossa casa.”(...)

Mais tarde, com 16 anos, foi a Canindé, com seu pai, onde há a Basílica dedicada a São Francisco de Assis. Quando foi se confessar pela primeira vez e o padre lhe disse: “fale os seus pecados”. “Ainda sem saber bem o que deveria dizer, olhei para ele e falei: ‘Eu não tenho pecados’.” Prometeu que um dia voltaria a Canindé e voltou como padre, 20 anos depois.

Aos 17 anos, só conhecia a roça de seus pais e Canindé, tomou a decisão de deixar o Ceará e vir para Brasília ganhar a vida, como fazem todos os cearenses. Foi parar na M Norte, em Taguatinga, e de cara foi assaltado, levaram-lhe o relógio velho que trouxera. Naquele dia encontrou um velho barraco “sem piso e sem esperança”, onde a dona o acolheu dizendo que poderia pagar o aluguel no fim do mês. Encontrou emprego em um hotel, para fazer limpeza em todos os cantos, depois foi recepcionista. Conheceu os amigos, os barzinhos, as festas, as primeiras namoradas, “conheci a noite escura de uma alma, conheci o porão da humanidade, conheci o mundo e o lamaçal”.

Passou seis anos no hotel, só uma vez chegou atrasado 10 minutos, foi despedido em 1985 e foi para o convento dos franciscanos de Anápolis, onde ficaria sete anos, quando terminou o curso médio. Voltou para Brasília, encontrou-se com seus familiares. Procurou dom Raimundo Damasceno, que o convidou para entrar no Seminário. Passou pelos quatro anos de Filosofia e pelos três de Teologia. Recebeu o acolitado das mãos de dom Alberto Taveira Correa, na Paróquia Maria Imaculada do Guará. Mais tarde passaria por uma experiência na Paróquia de Nossa de Fátima, em Sobradinho, além de pastorais na Ceilândia e Planaltina, quando recebeu a missão de evangelizar o Vale do Amanhecer, onde venceu desafios e implantou a capela de Nossa Senhora Aparecida, afrontando a comunidade espírita.

Já no terceiro ano de Teologia, teve que enfrentar dificuldades no seminário. Negaram-lhe o diaconato, o que lhe caiu como um peso. Teve que fazer um quarto ano. Para contornar as dificuldades, humilhações, provações e desconfianças suscitadas, procurou o então cardeal arcebispo de Brasília, dom José Freire Falcão, seu conterrâneo de Ererê. Tudo foi resolvido e a imposição do diaconato foi marcada para a paróquia de São Sebastião, em Planaltina, na festa de são Pedro e São Paulo. Recebeu o diaconato das mãos de dom Jesus Rocha, bispo auxiliar de Brasília. Mais tarde, em 19 de novembro de 1996, ocorreria a ordenação a sacerdote, na Catedral de Brasília, com a presença do cardeal dom José Freire Falcão, junto com seis colegas. “Eu tinha sido ungido para consagrar, abençoar, absolver a culpa dos pecados. Isso não era pouco. Em seguida minha mãe, Sebastiana de Sousa Carvalho, desatou minhas mãos e eu lhe dei a minha primeira bênção sacerdotal. Ela recebeu com tanta emoção que quase desmaiou.”

Foi um grande acontecimento e o padre Moacir foi surpreendido com faixas de aparente desagravo, como a do Vale do Amanhecer: “Pe. Moacir, você venceu todos os inimigos! Parabéns, nós o amamos”.

Foi então para o Seminário Nossa Senhora de Fátima para a recepção. Recorda: “foi uma grande festa, a fila do abraço era grande. Depois da festa, eu me aproximei da minha irmã e lhe disse: “Vamos”. Ela foi estendendo a mão e entregando a chave da casa. “Vou apresentar Brasília para a minha mãe e meu irmão, mas logo estarei em casa!” “Quando senti que alguém se sentou no banco do passageiro, aquela forte presença encheu o carro, eu olhava e não via, mas ali estava alguém que me amava, que me acolhia e se alegrava comigo, eu não tive dúvida, ele estava ao vivo, era real. Comecei a chorar e, do Lago Sul até Samambaia, foi um choro só.”

De 1996 a 2013, nestes 17 anos, a trajetória de padre Moacir tem sido de vitórias, uma atrás da outra, na sua ação pastoral, missionária e evangelizadora. Fez parte dos ícones da Renovação Carismática que receberam apoio do papa Francisco que quer a Igreja mais perto dos fiéis. É isso que padre Moacir faz com a Pentecostes, que se transformou no maior evento católico de Brasília, por sua voz e sua determinação.

Padre Moacir tem escrito vários livros par a Comunidade dos Renascidos em Pentecostes. A Força que vem da Cruz foi o primeiro. Depois vieram Palavras que Transformam, com reflexões sobre a Paixão e morte de Jesus; Palavras de Fogo, com textos bíblicos; Caminhando com Jesus Cristo, vol. 1, textos divulgados pela sua rádio na internet; O Poder da Pregação; Os Dons do Espírito Santo; Os Frutos do Espírito Santo; Caminhando com Jesus Cristo vol. 2 ; e, mais recentemente, Irmãos, Eu Vos Escrevo, com apresentação de Cricia Martins, da Comunidade Renascidos em Pentecostes, em que segue a tradição das Cartas de São Paulo. (JBSG)






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Prepara-se vem aí!!! Semana Pentecostes 2016

Preparação para a Semana de Pentecostes 2016

22 Março 2016





A última sexta-feira (18) foi de muito louvor, oração e preparação espiritual na Paróquia São Pedro – Tag. Sul, como parte da campanha de preparação para a Semana de Pentecostes, evento que acontece em Brasília-DF há 17 anos. Membros da Comunidade Renascidos em Pentecostes, servos das pastorais da Paróquia e voluntários que ofertam o seu tempo na festa, começaram a vivenciar, no encontro, as maravilhas de um novo Pentecostes.

Padre Moacir Anastácio conduziu o momento com a autoridade e o amor do Espírito Santo. “A Igreja começou a cantar uma nova canção e a receber do Espírito uma nova unção. Você já é Pentecostes. As provações são muitas, é preciso rezar.”

O tema da festa para este ano é inspirado no versículo 51 do décimo capítulo do Evangelho de São Mateus, que retrata o diálogo e o encontro entre o cego Bartimeu e Jesus Cristo: “Que queres que Eu te faça? Que eu veja, Senhor!” Sobre a campanha Pe. Moacir partilhou: "Quando eu vejo as gracas que Deus fez na vida dessas pessoas, eu tenho a certeza que o Deus que fez ontem é o mesmo que faz hoje".

Com seu entusiasmo, completa, motivando a todos: "Pela amizade que você tem com Jesus Cristo, vá com vontade de servir, com alegria e sabendo que há um Deus conosco nos dando coragem. Se Deus é por nós, quem será contra nós? Nós estamos caminhando pelo novo e vamos com o coração aberto. Somos o canal de graça para o Senhor.”

O encontro foi concluído com a adoração ao Santíssimo Sacramento, conduzida pelos padres Carlos Alexandre e Moacir Anastácio. Prostados diante de Jesus, os servos deram o seu “sim” à missão e clamaram por um novo Pentecostes para toda a nação brasileira.

Você é convidado a servir por Jesus Cristo na Semana de Pentecostes. Convide também os seus familiares e amigos para, juntos, integrarmos esse exército que está a serviço da nova evangelização.







Matéria retirada do site:

Você já ouviu falar da Semana de Pentecostes?


Em 2016, de 08 a 15 de Maio - Semana de Pentecostes



Você já ouviu falar dos prodígios e milagres frutos da Semana de Pentecostes realizada em Taguatinga/DF?

E quanto as Velas de Pentecostes que já renderam inúmeras graças e testemunhos?

(Eu particularmente tenho inúmeras graças e testemunhos a louvar e agradecer a Deus, pelas bençãos através das Velas de Pentecostes para mim e toda a minha família)

Se você ainda não sabe o que é a Semana de Pentecostes e as Velas de Pentecostes, permita-nos contar-lhe um pouco a respeito:

Todos os anos, a Paróquia São Pedro em Taguatinga/DF conduzida pelo querido Pe. Moacir Anastácio, realiza durante toda a semana de Pentecostes um grande cenáculo de orações. 
E a cada ano, no final desta semana tão especial, é realizado um evento com momentos de oração e louvor finalizados com a Santa Missa. Este evento é prestigiado não apenas pelas pessoas da Paróquia, mas também por pessoas de todos os cantos de Brasília, do Brasil e do mundo inteiro. Nos últimos anos foram registradas a passagem de mais de 3 milhões de pessoas no Taguaparque, local onde é realizado o evento, além de milhares de espectadores pelos meios de comunicação (Rádio, TV e internet https://www.youtube.com/user/TVWEBRP ). 


Nestas Missas são solenemente abençoadas as velas levadas pelos fiéis e por isso são conhecidas como Velas de Pentecostes. Um sacramental indicado a ser utilizado pelos fiéis nos momentos mais difíceis de suas vidas, e que tem alcançado graças e milagres na vida de milhares de pessoas, que contam seus testemunhos durantes os eventos dos anos seguintes e também nas Missas realizadas no percorrer do ano na Paróquia São Pedro.

O Pe. Moacir Anastácio e todas as pessoas que colaboram com a realização deste Evento tem um único objetivo: A Evangelização. Felizmente, toda a árvore boa mostra seus frutos, e além das graças e prodígios alcançadas são milhares de pessoas que testemunham a sua conversão e mudança de vida, o retorno a Deus e a sua Santa Igreja, o abandono do vícios e pecados por causa deste chamado de Deus realizado nesta Semana de Pentecostes tão maravilhosa. Com tantas conversões e a salvação de tantas almas incomoda, antes de tudo, ao inimigo de Deus e pai da mentira, e por isso não são poucas as provações e tentativas de diferentes lados em acabar com este Evento. Você pode imaginar que para preparar algo tão grande, que possa alcançar os filhos de Deus é necessário muito trabalho e determinação, oração intensa e dinheiro. E devido a todas as crises e dificuldades que assolam o nosso país as dificuldades para realização da Semana de Pentecostes deste ano estão maiores e mais difíceis do que antes. 

Muitas são as pessoas que vão em busca de milagres e os alcançam, mas poucos são os que retornam para ajudar a propagar este evento e levar a Evangelização a outras almas.

Nenhuma ajuda é pequena aos olhos de Deus, e tudo o que você puder fazer para ajudar será bem vindo! Há diferentes maneiras de colaborar:

1o - Divulgue! - Todos os anos muito dinheiro é investido em divulgação, mas Deus nos deu essa ferramenta maravilhosa que são os meios de comunicação e redes sociais para que possamos, mesmo de longe, contribuir e divulgar de forma gratuita. 

2o - Participe e colabore - Se você tem interesse e disponibilidade pode ser um voluntário, contribuindo financeiramente, ajudando na organização do evento, na recepção dos fiéis, enfim as possibilidades são imensas. Você também pode adquirir produtos que contribuirão para realização do evento e lhe ajudarão a participar como camisetas, tickets de estacionamento, cadeiras para assistir a Santa Missa. Para maiores informações ligue para (61) 3352-2425.

3o - Faça a sua doação - Se você não pode participar como um voluntário, ou não poderá presenciar a Semana de Pentecostes lá em Taguatinga, pode fazer a sua contribuição financeira através de depósito ou transferência bancária. Todas as doações são bem vindas, e todas as informações para doações você encontra aqui:http://www.renascidosempentecostes.com.br/index.php/ajude-nos 

4o - Orações - Se toda ajuda física e material é importante, as suas orações são ainda mais valiosas! Pedimos que se una a essa corrente de oração, para que Deus derrame suas bençãos e graças especialmente sobre o Padre Moacir, sobre todos os organizadores, participantes e colaboradores. A batalha é grande, mas a graça de Deus é infinita! Você pode também se unir ao cenáculo de oração que está acontecendo todos os dias às 3:00h da manhã, a hora da Misericórdia, pessoas em todos os cantos do mundo estão se unindo em oração, desperdando na madrugada para clamar por este tão abençoado e frutuoso Evento. 

Contamos com as suas orações, divulgação e apoio! E se você ainda não pode experimentar as graças, conversões, milagres e prodígios que brotam deste momento de orações e louvores a Deus, que é a Semana de Pentecostes em Taguatinga/DF, não perca essa graça de reviver o Cenáculo com a intercessão do Imaculado Coração de Maria. 

De 08 a 15 de Maio de 2016 - Semana de Pentecostes

Transmissão ao vivo pelo Youtube:https://www.youtube.com/user/TVWEBRP

Maiores informações, acesse o site: http://www.renascidosempentecostes.com.br/

Desde já nosso muito obrigada!!!
Que Deus nos abençoe e Nossa Senhora interceda por cada um de nós!






Matéria retirada do site:

Inscrições para servir em Pentecostes terminam dia 17 de abril

quarta-feira, 13 de abril de 2016

O Papa: “No Jubileu, abolir a pena de morte e cancelar a dívida dos Estados mais pobres”

13/04/2016 - 11:21




Francisco escreve para o cardeal Turkson e aos participantes da Conferência Internacional sobre a não violência, em andamento em Roma até o dia 13 de abril

Abolir a pena de morte, onde quer que ela esteja em vigor, junto com a possibilidade de uma anistia, e o cancelamento ou a gestão sustentável da dívida internacional dos Estados mais pobres. É o que pede o Papa Francisco na sua mensagem dirigida ao cardeal Turkson e a todos os participantes do Congresso, em andamento em Roma até 13 de Abril, sobre o tema: Nonviolence and Just Peace: Contributing to the Catholic Understanding of and Commitment to Nonviolence (A não-violência e paz justa: Contribuir para a compreensão católica e compromisso com a não violência).

A reunião, que foi organizada conjuntamente pelo Pontifício Conselho Justiça e Paz e pelo Movimento Pax Christi – destaca o Papa – “assume um caráter e um valor totalmente particular no Ano Jubilar da Misericórdia”. A misericórdia, de fato, é “fonte de alegria, de serenidade e de paz”; paz antes de tudo “interior”, que “nasce da reconciliação com o Senhor”, escreve o Pontífice.

E oferece, no texto, a solução para combater aquela “singular e terrível ‘Guerra Mundial em pedaços” que, até hoje, grande parte da humanidade está vivendo de uma forma direta ou indireta”. Ou seja “trabalhar para uma paz verdadeira através do encontro entre pessoas concretas e a reconciliação entre povos e grupos que se confrontam por posições ideológicas contrapostas” e “comprometer-se para realizar aquela justiça na qual as pessoas, as famílias, os povos e as nações sentem ter direito, no plano social, político e econômico para fazer a sua parte no mundo”.

Junto do “sábio esforço daquela superior fantasia criativa, que chamamos diplomacia que deve ser continuamente alimentada”, e “à promoção, no mundo globalizado, da justiça”, o Bispo de Roma convida, portanto, a “renovar todos os instrumentos mais adaptados para concretizar a aspiração à justiça e à paz dos homens e das mulheres de hoje”.

Neste sentido, afirma, “a reflexão para relançar o caminho da não violência, e especialmente da não violência ativa, constitui um necessário e positivo contributo”. Premissa fundamental “é que o objetivo último e mais digno da pessoa humana e da comunidade é a abolição da guerra”.

O Papa repete, portanto, o Concílio Vaticano II cuja única condenação expressa “foi precisamente aquela da guerra, mesmo na consciência de que, não sendo esta erradicada pela condição humana, uma vez esgotadas todas as possibilidades de um pacífico acomodamento, não se poderá negar aos governos o direito de uma legítima defesa”.

Outro ponto firme que o Pontífice ilustra aos participantes do encontro de Roma é a constatação de que “o conflito não pode ser ignorado ou dissimulado”, mas “deve ser aceito para não permanecer presos perdendo a perspectiva geral e o sentido da unidade profunda da realidade”. De fato, “só aceitando o conflito, é possível resolver e transformar em um anel de ligação daquele novo processo que os que trabalham pela paz colocam em ato”.

Além disso, enfatiza Francisco “como cristãos, sabemos que somente considerando os nossos semelhantes como irmãos e irmãs, poderemos superar as guerras e conflitos”. E a Igreja “não se cansa de repetir o que vê não só a nível individual mas também a nível dos povos e das nações”, tanto que ela considera comunidade internacional como a “Família das Nações”.

Nesta ótica, Bergoglio identifica como “grande obstáculo a ser removido” aquele “erguido pelo muro da indiferença”, que “investe não só os seres humanos, mas também o ambiente natural com consequências muitas vezes desastrosas em termos de segurança e de paz social”. Demonstra-o claramente o registro dos tempos recentes.

“O compromisso para superar a indiferença será bem sucedido, só se, na imitação do Pai, formos capazes de usar misericórdia”, salienta Francisco. Ou seja, “aquela misericórdia que encontra na solidariedade a sua expressão, por assim dizer, ‘política’”, porque a solidariedade “constitui a atitude moral e social que melhor responde à tomada de consciência das chagas do nosso tempo e da inter-dependência entre a vida do indivíduo e da comunidade familiar, local ou global”.

Então, é “grande” no nosso mundo “complexo e violento”, a tarefa que espera aqueles que trabalham pela paz vivendo a experiência da não violência. “Conseguir o desarmamento integral ‘desmonta os espíritos’, criando pontes, combatendo o medo e levando adiante o diálogo aberto e sincero, é verdadeiramente árduo”, admite o Papa.

“Dialogar, de fato, é difícil”, acrescenta: No entanto “é necessário estar prontos a dar e também receber, a não partir do pressuposto de que o outro esteja errado, a partir das nossas diferenças, procurar, sem negociar, o bem de todos e, encontrado, finalmente um acordo, mantê-lo com firmeza”.

Fonte: Zenit






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Hillary Clinton evidencia extrema postura pró-abortista: a criança no ventre não tem direitos

13/04/2016





Hillary Clinton, pré-candidata presidencial do Partido Democrata dos Estados Unidos e ex-secretária de Estado de Barack Obama, evidenciou recentemente sua extrema postura a favor do aborto, assegurando que o não nascido não tem direitos constitucionais. Há alguns meses, a multinacional abortista Planned Parenthood divulgou seu apoio a Clinton nestas eleições.

Entrevistada no dia 3 de abril no programa ‘Meet the Press’ da rede NBC, a pré-candidata presidencial foi consultada se a criança no ventre tem direitos constitucionais.

“Bom, sob nossas leis atualmente isso não é algo que exista”, disse. Ela reiterou que “o não nascido não tem direitos constitucionais”.

Para Mallory Quigley, diretora de comunicações da plataforma pró-vida americana Susan B. Anthony List, Clinton “está mostrando publicamente ao lobby do aborto que ela respalda o aborto e não apoia nenhuma restrição”.

“É uma grande contradição dizer que os não nascidos são pessoas, reconhecê-los ao chamá-los pessoas, mas insistir em que não têm direitos constitucionais”, disse Quigley ao Grupo ACI.

“Se reconhece que o bebê é uma pessoa, então é óbvio que deveria ter direitos constitucionais”, disse.

Segundo Quigley, a postura de Clinton em relação ao aborto “se tornou crescentemente radical” ao longo dos anos. Isto, explicou, demonstra o que aconteceu no Partido Democrata durante os últimos anos.

“Os Clinton – em referência a Hillary e seu esposo, o ex-presidente Bill Clinton – foram famosos por normalizar o mantra de ‘seguro, legal e escasso’, mas com o passar do tempo o Partido Democrata se tornou mais extremo, tirando a palavra ‘escasso’ da plataforma do Partido e inserindo ‘sem importar a capacidade de pagamento’, o que, obviamente, significa pago à custa dos contribuintes”, assinalou.

Em seguida, Quigley recordou que tanto Clinton como seu adversário no Partido Democrata, Bernie Sanders, promoveram em sua campanha o “aborto e sem nenhuma desculpa”.

“Os Democratas, por muito tempo, perceberam que muitos contribuintes não podem suportar a ideia do financiamento federal para o aborto sem limites, mas (a posição de Hillary Clinton) é cada vez mais extrema em uma época em que é muito claro que há áreas de consenso quando se trata do aborto”.

Diversas pesquisas indicam que há um grande consenso sobre restringir o aborto irrestrito depois das 20 semanas, momento no qual os cientistas geralmente estão de acordo que um não nascido pode sentir dor no ventre.

Kristen Day, diretora executiva de Democrats for Life (Democratas pela Vida), assinalou que devido a muitos eleitores americanos favorecem restrições ao aborto depois das 20 semanas, a opinião mais extrema de Clinton parece desconectada da realidade com o povo americano.

Clinton, lamentou, “se envolveu com essas pessoas que lhe estão dizendo que todos apoiam o aborto, mas se trata de uma opinião minoritária, não é o que o resto do país acredita”.

“Se olhamos ao redor, todos estes estados estão aprovando leis de proibição nas 20 semanas e eliminando financiamento para a Planned Parenthood”, disse Day.

Vinte estados limitam o aborto depois da viabilidade fetal e 23 estados têm algumas formas de limitação ao aborto depois das 20 semanas de gestação. Em setembro de 2015, o Senado bloqueou um projeto de lei do Partido Republicano que buscava proibir o aborto depois das 20 semanas em todos os Estados Unidos.

Mallory Quigley indicou que havia sido a pressão da multinacional abortista Planned Parenthood o que teria levado Clinton a abraçar uma postura mais extrema. Pela primeira vez em seus 100 anos de existência, Planned Parenthood anunciou seu apoio a uma candidatura – de Hillary Clinton – durante as primárias, em vez de esperar a eleição geral.

“Já havíamos dito e o diremos novamente: Hillary Clinton é a mais aberta partidária da Planned Parenthood entre todos os candidatos presidenciais”, explicou a organização abortista ao anunciar seu apoio à candidata democrata em janeiro deste ano.

Outros grupos promotores do aborto como NARAL Pro-Choice America PAC também apoiaram a campanha de Clinton. O Grupo ACI tentou entrar em contato com a Planned Parenthood e NARAL Pro-Choice América a fim de conseguir suas declarações, mas não obteve resposta até o fechamento da edição.

“Certamente, são um dos importantes aliados de Hillary Clinton, por isso, enquanto eles se tornaram mais e mais intransigentes, sem permitir nenhuma concessão sobre o aborto, os políticos foram obrigados a fazer o mesmo, porque há muito dinheiro que vem com essas garantias, dinheiro e poder”, disse Quigley.

Fonte: Acidigital





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Papa: "Muros da indiferença são uma triste realidade"

12/04/2016




Remover o ‘muro da indiferença’ e, “se falo de muro, não uso só uma linguagem figurada, mas é a triste realidade”.

Foi o que disse o Papa Francisco em mensagem à conferência em andamento em Roma com o tema “Não violência e justa paz: contribuindo para uma compreensão católica do compromisso com a não-violência”.

“Como cristãos, sabemos que o grande obstáculo a ser removido para superar guerras e conflitos é o erigido pelo muro da indiferença. A crônica dos tempos recentes”, escreve ainda o Papa, que sábado visitará os refugiados na ilha grega de Lesbos, “nos demonstra que quando falo de muros, falo da triste realidade da indiferença, que não ataca apenas os seres humanos, mas também o ambiente natural, com consequências muitas vezes nefastas em termos de segurança e paz social. Venceremos a indiferença somente se soubermos usar a misericórdia. A misericórdia encontra a sua expressão ‘política’ na solidariedade: uma resposta moral e social às chagas de nosso tempo; a tomada de consciência da correlação entre a vida do cidadão e da comunidade familiar, local ou global”.


Diálogo

Para Francisco, o caminho a percorrer é o do “desarme integral, construindo pontes, combatendo o medo e insistindo num diálogo aberto e sincero: um percurso realmente árduo”, define.

“Dialogar é difícil, é preciso estar prontos para dar e também receber, a não partir do pressuposto que é o outro que erra, mas das nossas diferenças. É necessário agir em prol de uma paz verdadeira, por meio do encontro entre as pessoas e a reconciliação entre povos e grupos que se enfrentam de posições ideológicas opostas”.

O Pontífice convoca a um esforço sapiente da fantasia criativa que chamamos diplomacia, que deve ser continuamente alimentado, e à promoção da justiça no mundo globalizado. “Renovar todos os instrumentos adequados para concretizar a aspiração à justiça e á paz dos homens e mulheres de hoje”.

A Conferência sobre a não-violência é organizada pelo Pontifício Conselho da Justiça e da Paz e o movimento católico internacional Pax Christi.

Fonte: Rádio Vaticano






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Santa Sé é contra desenvolvimento de “robôs assassinos”

13/04/2016



“A Convenção deve tomar uma decisão corajosa e proibir as Armas Letais Autônomas como já fez no passado a respeito de outros tipos de armas”.

Esta foi a recomendação de Dom Ivan Jurkovič, novo Observador Permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas, em Genebra, ao se dirigir à Convenção sobre Certas Armas Convencionais (CCW), reunida na Suíça para um encontro de especialistas no assunto.



“Robôs assassinos”


As Armas Letais Autônomas, caso recebam autorização da ONU para serem desenvolvidas, teriam autonomia para identificar e destruir alvos sem a intervenção humana.

“Os riscos das Armas Letais Autônomas são muitos e importantes para serem ignorados. Além do fato que deixa a uma máquina a decisão sobre a vida ou morte de um ser humano, um outro perigo é que estas armas poderiam levar a estratégias que diluiriam ou ocultariam responsabilidades reais, induzindo a uma completa falta de prestação de contas”, advertiu o arcebispo Jurkovič.



Prevenção


Ao defender que uma política de prevenção é a melhor saída para evitar que tais armas sejam fabricadas, a Santa Sé convida a uma ação coletiva que proíbe o desenvolvimento e uso dos “robôs assassinos”.

“É preciso encarar os fatos: as Armas Letais Autônomas não são capazes de lutar contra o flagelo atual do terrorismo e das guerras assimétricas. A verdadeira luta é aquela que vai restaurar a justiça, o respeito pelos direitos humanos, o respeito pelos direitos das minorias e promover participação política e desenvolvimento integral”, defendeu o observador.



Falsa sensação de segurança


Dom Jurkovič alertou ainda que, ao invés de contribuir para a defesa da paz, estas armas se transformariam em uma “progressiva incitação à guerra”:

“Se quisermos paz, devemos não somente evitar o acúmulo de armas, mas também devemos converter as mentes (...) Esta batalha não será vencida com superarmas tecnológicas. O uso das Armas Letais Autônomas levaria somente a uma falsa sensação de segurança e à instabilidade”.

Fonte: Rádio Vaticano







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A alegria do amor conjugal

12/04/2016 - 10:01 


“Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo” (Jo 21, 17). Diante dessa bela, divina e maravilhosa afirmação de Pedro, vemos um amor verdadeiro, autêntico e sincero, encorajando-nos na lealdade e na caridade, a quem o Senhor confiou a missão de apascentar o rebanho. Que nossa resposta seja interiormente generosa, em uma atitude de escuta e acolhida, dizendo um alegre sim às propostas da Mãe-Igreja.

A alegria do amor – Amoris laetitia – é o título em português da Exortação Apostólica Pós-Sinodal do Papa Francisco, ao entregar ao mundo católico as conclusões do Sínodo da Família de 2015. O Santo Padre chamou a atenção e propôs algo relevante: a “dimensão erótica” do amor conjugal, exortando não ser mais possível entender a dimensão erótica do amor como um mal permitido ou como um peso tolerável para o bem da família.

Francisco deixa nítido o amor conjugal como sendo dom de Deus que embeleza o convívio dos esposos; a “união sexual” no matrimônio tem que ser talhado como “caminho de crescimento na vida da graça para os esposos”, que o dever da procriação ofuscou “o convite a crescer no amor e no ideal de ajuda mútua”, ajudando todas as pessoas envolvidas a descobrirem o valor da riqueza e da beleza do matrimônio, na indizível alegria do referido amor

O maravilhoso nesse aspecto é que a exortação pós-sinodal veda todos os espaços a qualquer forma de submissão sexual, ao mesmo tempo em que questiona um “ideal de matrimônio” apenas como “doação generosa e sacrificada, onde cada um renuncia a qualquer necessidade pessoal e se preocupa apenas por fazer o bem ao outro, sem satisfação alguma”.

O Sumo Pontífice também rejeita correntes espirituais que “insistem em eliminar o desejo para se libertar da dor”, ao afirmar: “A sexualidade não é um recurso para compensar ou entreter, mas trata-se de uma linguagem interpessoal onde o outro é tomado a sério, com o seu valor sagrado e inviolável”.

Sem enumerar outros itens, concluo com o convite feito pelo Bispo de Roma aos casais a “cuidarem da alegria do amor”, amor que permite “encontrar prazer em realidades variadas e nas várias fases da vida, dando real importância ao outro”, dizendo-nos: “A ternura é uma manifestação deste amor que se liberta do desejo da posse egoísta”.









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Rumo a 250.000 visualizações!!!

Olá, pessoal!


É com muita alegria que anunciamos mais de 235.000 visualizações ao Blog TEMAS INTERESSANTES!!!

Nossa meta primeira agora, é atingir a marca dos 250.000, e crescer a nível exponencial posteriormente...!

Então é isso, queridos leitores!!! Espero que possamos alcançar mais visualizações, em nome de Jesus e por Jesus!!!

Que todos nós possamos atingir o objetivo de chegar ao céu, e que possamos ser caridosos também, e rezarmos por aqueles que ainda não o alcançaram...!

Fiquem com Deus!!!







quinta-feira, 10 de março de 2016

Vamos promover vidas?

Vamos promover vidas?

Sim! Não! Talvez... Não tenho tempo?!

Que tal?!

Eu não quero essa vida! Eu quero essa vida! Essa vida vale a pena. Essa vida não vale a pena...

Essa vida é defeituosa. Essa vida é sadia. Essa vida é quase sadia. Essa vida é quase defeituosa. Essa vida é doente. Essa vida tem uma doença congênita. Essa vida tem uma doença física, psíquica e espiritual.

Toda vida adoece e pode ter alguma enfermidade. Toda vida necessita de cuidados.

Essa vida vai morrer, e vai sofrer bastante... vamos acabar com o sofrimento dessa vida. Vamos fazer a caridade pra vida matando a vida. Vamos deixar a vida viver.

O que é a vida? Qual a importância da vida? Quanto vale a vida? Quem dá a vida?

Essa vida é esquisofrênica. Essa vida é doida. Essa vida é esquisita. Essa vida vai ter problema. Essa vida vai sofrer.

Essa vida não é certa. Essa vida não merece viver. Essa vida é limitada. Essa vida está certa. Essa vida está errada.

Eu não me importo com essa vida. Não é minha vida mesmo. Cada um faz escolhas para sua vida...

O que você está fazendo com sua vida? Quem é você pra julgar qualquer vida?

Essa vida é só representação. Essa vida é verdadeira. Essa é uma vida de aparências. Essa vida precisa ser preenchida por Deus. Essa vida precisa rejeitar o que é mau.

Essa vida é incorreta. Vamos fazer o certo acabando com a vida incerta. Mas, ao acabar com a vida incerta, estamos errados. Então, devemos acabar com a vida incerta? Quem pode tirar a vida?

Essa vida não nos merece. Vamos excluir a vida. Vamos extinguir algumas espécies de vida. O nosso estilo de vida que merece ser seguido. Quem não vive como nós não merece viver.

A vida exige de nós decisões e atitudes. A vida nos dá escolhas. As oportunidades na vida passam. A vida nos dá muitas chances e um pouco mais!

A vida depende. A vida providencia.

A vida exige. A vida perdoa.

Cuide da sua vida. Cuide da vida dos outros.

A vida se revolta. A vida se conforma. A vida pára. A vida continua.

A vida pensa. A vida age. A vida vive. A vida louva e agradece a Deus.

Ame a vida. É a vida!!!











terça-feira, 8 de março de 2016

Papa Francisco ressalta indispensável contribuição da mulher na sociedade

08/03/2016 - 11:59



"O feminino é necessário em todas as expressões da vida social", diz Francisco


“A Igreja reconhece a indispensável contribuição da mulher na sociedade, com uma sensibilidade, uma intuição e certas capacidades peculiares, que habitualmente são mais próprias das mulheres que dos homens”, disse o papa Francisco, na primeira Exortação Apostólica “Alegria do Evangelho” (Evangelii Gaudium).

No Dia Internacional da Mulher, celebrado hoje, 8 de março, o Vaticano recorda as palavras do papa às mulheres, na exortação pós-Sinodal. No texto publicado, no encerramento do Ano da Fé, em 24 de novembro do ano de 2013, Francisco diz ser preciso a garantia da presença da mulher em todos os âmbitos.

“O feminino é necessário em todas as expressões da vida social; por isso deve ser garantida a presença das mulheres também no âmbito do trabalho e nos vários lugares onde se tomam as decisões importantes, tanto na Igreja como nas estruturas sociais”, ressaltou o papa.

O papa, também, chama atenção para as situações de maus-tratos e desvalorização da mulher e pede empenho na defesa dos direitos. “Duplamente pobres são as mulheres que padecem situações de exclusão, maus-tratos e violência, porque frequentemente têm menores possibilidades de defender os seus direitos. E todavia, também entre elas, encontramos continuamente os mais admiráveis gestos de heroísmo quotidiano na defesa e cuidado da fragilidade das suas famílias”.


Confira abaixa a íntegra dos itens 103 e 104 da Evangelii Gaudium:

103. A Igreja reconhece a indispensável contribuição da mulher na sociedade, com uma sensibilidade, uma intuição e certas capacidades peculiares, que habitualmente são mais próprias das mulheres que dos homens. Por exemplo, a especial solicitude feminina pelos outros, que se exprime de modo particular, mas não exclusivamente, na maternidade. Vejo, com prazer, como muitas mulheres partilham responsabilidades pastorais juntamente com os sacerdotes, contribuem para o acompanhamento de pessoas, famílias ou grupos e prestam novas contribuições para a reflexão teológica. Mas ainda é preciso ampliar os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja. Porque «o gênio feminino é necessário em todas as expressões da vida social; por isso deve ser garantida a presença das mulheres também no âmbito do trabalho»[72] e nos vários lugares onde se tomam as decisões importantes, tanto na Igreja como nas estruturas sociais.

104. As reivindicações dos legítimos direitos das mulheres, a partir da firme convicção de que homens e mulheres têm a mesma dignidade, colocam à Igreja questões profundas que a desafiam e não se podem iludir superficialmente. O sacerdócio reservado aos homens, como sinal de Cristo Esposo que Se entrega na Eucaristia, é uma questão que não se põe em discussão, mas pode tornar-se particularmente controversa se se identifica demasiado a potestade sacramental com o poder. Não se esqueça que, quando falamos da potestade sacerdotal, «estamos na esfera da função e não na da dignidade e da santidade».[73] O sacerdócio ministerial é um dos meios que Jesus utiliza ao serviço do seu povo, mas a grande dignidade vem do Batismo, que é acessível a todos.

A configuração do sacerdote com Cristo Cabeça – isto é, como fonte principal da graça – não comporta uma exaltação que o coloque por cima dos demais. Na Igreja, as funções «não dão justificação à superioridade de uns sobre os outros».[74] Com efeito, uma mulher, Maria, é mais importante do que os Bispos. Mesmo quando a função do sacerdócio ministerial é considerada «hierárquica», há que ter bem presente que «se ordena integralmente à santidade dos membros do corpo místico de Cristo».[75] A sua pedra de fecho e o seu fulcro não são o poder entendido como domínio, mas a potestade de administrar o sacramento da Eucaristia; daqui deriva a sua autoridade, que é sempre um serviço ao povo. Aqui está um grande desafio para os Pastores e para os teólogos, que poderiam ajudar a reconhecer melhor o que isto implica no que se refere ao possível lugar das mulheres onde se tomam decisões importantes, nos diferentes âmbitos da Igreja.

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Fonte: CNBB







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http://www.catolicanet.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=7125:papa-francisco-ressalta-indispensavel-contribuicao-da-mulher-na-sociedade&catid=39:cnbb&Itemid=55

Madre Teresa de Calcutá rumo à santidade

- 08/03/2016 - 11:42




O Consistório convocado pelo Papa para a próxima terça-feira, (15/03), marcará a assinatura do decreto para a canonização de Madre Teresa de Calcutá. Na ocasião, o Pontífice também deverá promulgar a data para a celebração.

Anjezë Gonxhe Bojaxhiu nasceu em 1910, em Skopje, atual capital da Macedônia, e faleceu em setembro de 1997. João Paulo II a beatificou em 19 de outubro de 2003. 


Brasileiro miraculado

O milagre que abriu caminho para a canonização de Madre Teresa de Calcutá – atestado pela Congregação das Causas dos Santos – é atribuído à intercessão da Beata no caso de um homem brasileiro de 35 anos, afetado por uma grave doença no cérebro que se curou de uma forma inexplicável.

A Fundadora das Missionárias da Caridade, na Índia e prêmio Nobel da Paz em 1979, Madre Teresa absorveu o estilo de vida bengali e se dedicou aos pobres e doentes de hanseníase trabalhando nas ruas de Calcutá sempre com seu sari branco debruado de azul, a imagem com que o mundo se habituou a vê-la.

A Congregação cresceu rapidamente m hoje conta cerca de 4,5 ml religiosas em mais de 130 países, nos quais mantém cerca de 700 casas dedicadas a ajudar os mais desfavorecidos. 


O pesar do Papa, domingo

Após o assassinato das quatro missionárias em Áden, no Iêmen, na sexta-feira (04/03), as Missionárias da Caridade comunicaram na segunda-feira que não abandonarão sua obra no país do Oriente Médio, e continuarão a servir os pobres e necessitados.

“Madre Teresa sempre esteve nos rincões mais remotos do mundo, independentemente da situação”, recordaram em Calcutá, na Casa-mãe da Congregação, onde as religiosas celebraram uma Eucaristia em sufrágio de suas 4 irmãs mortas no ataque dos fundamentalistas islâmicos.

Fonte: Rádio Vaticano





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domingo, 6 de março de 2016

Rumo a 1.000.000 de visualizações!!!

Olá, pessoal!!!

Vamos divulgar o Blog TEMAS INTERESSANTES!!! Rumo a 1.000.000 de visualizações!!!

Ainda falta um tanto, mais, com certeza, chegaremos a essa marca. Que mais pessoas possam ser atingidas por Jesus Cristo no coração e na alma. Amém!!!