domingo, 29 de abril de 2012

Nazarenos HC - Olhos da hipocrisia

Nazarenos HC - Heavy 2009

Oração à Maria Desatadora dos nós

Festa dia 08 de Dezembro

Virgem Maria, mãe do belo amor, mãe que jamais deixa de vir em socorro a um filho aflito, mãe cujas mãos não param nunca de servir seus filhos, pois são movidas pelo amor divino e pela imensa misericórdia que existem em teu coração, volta o teu olhar compassivo sobre mim e vê o emaranhado de nós que há em minha vida. Tu bem conheces o meu desespero, a minha dor e o quanto estou amarrado por causa destes nós. Maria, mãe que Deus encarregou de desatar os nós da vida dos seus filhos, confio hoje a fita da minha vida em tuas mãos. Ninguém, nem mesmo o maligno poderá tirá-la do teu precioso amparo. Em tuas mãos não há nó que não poderá ser desfeito. Mãe poderosa, por tua graça e teu poder intercessor junto a teu Filho e meu libertador, Jesus, recebe hoje em tuas mãos este nó... Peço-te para desatá-lo para a glória de Deus, e todo o sempre. Vós sois a minha esperança. Ó Senhora minha, sois a minha única consolação dada por Deus, e fortaleza das minhas débeis forças, a riqueza das minhas misérias, a liberdade, com Cristo, das minhas cadeias. Ouve minha súplica. Guarda-me, guia-me, protege-me, ó seguro refúgio! Maria Desatadora dos nós, rogai por mim (Diga a Mãe qual é o nó que está amarrando a sua vida). Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e fazer o Sinal da Cruz.




terça-feira, 24 de abril de 2012

Microcefalia - Testemunho de vida contra a ADPF 54


"Deficiência não é uma cruz que se carrega por ter pecado demais, é uma benção que Deus te permite conhecer pra que você possa ser instrumento do amor d'Ele".


Soube que foi aprovada a lei que permite o aborto de crianças anencéfalas, dizendo que a criança que nasce estra-utero com esta anomalia não vive! Isto é uma mentira de satanás, para matar e daqueles que o servem ...

"Hoje é um daqueles dias que não tenho orgulho de ser brasileira. Não acredito na possibilidade de qualquer pessoa ter direito sobre a vida de outrem. ok, ok, uma criança anencéfala tem pouco tempo de vida, aí é que está o problema, quem disse isso? a ciência? pois é, essa mesma ciência vem tentando provar coisas que ela mesma não sabe como são capazes de acontecer, a vida é uma delas. minha irmã foi um dos casos que poderia sobreviver muito pouco. ela tem microcefalia. Mais uma vez a teoria foi quebrada e hoje ela tem 15 anos e 9 meses, isso não é um caso raro, é mais um caso que perturba a lógica da ciência. e vocês pensam que o sofrimento de uma morte prematura é pior do que a morte prematura? pois é, não é. a falta que essa criança vai fazer à mãe que decidiu matá-la nunca vai ser melhor do que tentar tudo o que era possível pra que ela fosse feliz. afinal de contas, pra quem não sabe, deficiência não é uma cruz que se carrega por ter pecado demais, é uma benção que Deus te permite conhecer pra que você possa ser instrumento do amor d'Ele. Marcella Vívian Lôbo




Texto retirado do site:  http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com.br/2012/04/microcefalia-testemunho-de-vida-contra.html 

25/04/12 MANIFESTAÇÃO "SEPULTANDO A DECISÃO DO STF - SEPULTANDO O ABORTO NO BRASIL"

Sobre a decisão do Supremo de 12 de abril despenalizando o aborto dos anencéfalos, ou seja permitindo o aborto nos casos de Anencefalia - o Dr. Gandra afirmou que o Congresso pode anulá-la “com base no artigo 49 inciso onze da Constituição [cabe ao Congresso Nacional zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes]” alegando que “que houve invasão de competência” da parte do Supremo, pois não cabe ao STF legislar.

A DECISÃO DO STF FOI DITADORA, BANAL, DELINQUENTE, E TERROSRISTA, PROPORCIONOU A LEI DA EUGENIA NO BRASIL!

Ocoordenador do Movimento Legislação e Vida, jornalista e perito em bioética, Prof. Hermes Rodrigues Nery, afirma que, no julgamento da ADPF-54 (recurso que legalizou o aborto dos anencefálicos) o STF praticou “ativismo judicial”, decidindo “o que não é da sua competência, mas prerrogativa do Congresso Nacional”, que reúne os representantes eleitos pelo povo brasileiro, que segundo recentes pesquisas é majoritariamente (mais de 70%) contrário ao aborto.
Tendo isto em vista, queremos CONVOCAR, PROCLAMAR, CONVIDÁ-LOS A MASNIFESTAÇÃO 'SEPULTANDO A DECISÃO DO STF - ABORTANDO O ABORTO, MATANDO A ADPF 54!', NO DIA 25 DE ABRIL DE 2012, QUARTA FEIRA, NA FRENTE DO CONGRESSO EM BNRASÍLIA, NO ANEXO TERCEIRO, AS 10:00HS, E PEDIMOS POR FAVOR DE LEVAREM ASSOBIOS, CARTAZES, E CAIXÕES PARA ENTERRAR ESTA DECISÃO ABORTISTA.

NÃO PODEMOS ENGOLIR OS CHAVÕES ABORTISTAS E MENOS AINDA O ABORTO NO BRASIL! Quem disse que o aborto é uma opção da mulher, e que o feto, é um apendice da mulher? E a criança indefesa não pode opnar por viver? Você é a favor de derramamento de sangue inocente? lguns políticos dizem que: "aborto é questão de saude publica", NÃO É! É um assassinato! Que o governo crie organismos para cuidar das mulheres que estão grávidas, e possam levar a gestação até o fim! LEGALIZAR O HOMICÍDIO E A EUGENIA É MAIS BARATO PARA O GOVERNO, A QUESTÃO É FINANCEIRA... OU SE ESCOLHE A DEUS O A MAMONA - DINHEIRO -.

NA LINGUAGEM ABORTISTA SE FALA EM INTERRUPÇÃO DE GESTAÇÃO DO FETO, O QUE EXISTE É O ABORTO - O ASSASSINATO - DE UM BEBÊ!

A liberação do aborto de anencéfalos fere a dignidade humana, pois o bebê apresenta de fato uma má-formação, porém ele não está em morte cerebral. Seguindo o protocolo de definição de morte cerebral para recém nascidos (que, aliás, apresenta particularidades diferentes do protocolo de adultos) não se chega à conclusão de morte encefálica, pois nenhuma técnica pode preencher as exigências legais para comprovar a morte cerebral de um feto vivo, dentro do útero. Inclusive, é de conhecimento público que a Associação Médica dos E.U.A. suspendeu a autorização de doação de órgãos nestes casos, exatamente por não ser possível diagnosticar a morte cerebral das crianças portadoras de anencefalia durante a gravidez ou depois do nascimento, pelo fato de estarem vivas.

Não existe risco de morte para a gestante. O argumento de que a gestação de fetos com anencefalia é um risco de morte para a mãe não procede com a literatura da Obstetrícia clássica. Os riscos físicos e para o futuro obstétrico da mãe são menores se houver a espera do desenlace natural da gestação, com acompanhamento médico.

O aborto provocado em qualquer época da gestação é que traz sérios riscos à mãe. Não há base sólida em argumentos médicos e psicológicos para ser solicitada a liberação do aborto no caso de bebês anencefálicos.

É evidente a ingerência de interesses internacionais na liberação do aborto e no uso político das expectativas dessas mães para chegar a esse objetivo.

Por isso, solicitamos O SEPULTAMENTO DO ABORTO de bebês com anencefalia, e SIM o acompanhamento ALIMENTAR, MÉDICO E PSICOLÓGICO das gestantes, as grandes vítimas dessa CULTURA DA MORTE que pretendem implantar no Brasil, com a ajuda da mais Alta CorteBrasileira.

Não pode haver justiça numa decisão que opta por retirar a vida de seres inocentes, que se encontram numa situação de tamanha fragilidade como a dos bebes anencéfalos.

É pela vida do bebê e pelo bem-estar da mãe que lutamos.

O Estado deve zelar pelos cuidados para com a gestante e o bebê providenciando o conforto possível e todos os cuidados paliativos cabíveis, de maneira a aliviar o sofrimento. Além disso, devem ser implementadas medidas preventivas (vide art. 198, inc.II da CRFB/88) no sentido de propiciar a ingestão diária de ácido fólico por parte das mulheres em idade fértil, por ser este um meio comprovadamente eficaz de prevenção às malformações do tubo neural, dentre as quais se encontra a anencefalia ou, como mais corretamente denominada meroanencefalia (ausência parcial do encéfalo).

Texto retirado do site: http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com.br/2012/04/250412-manifesta-sepultando-decisao-do.html





quarta-feira, 18 de abril de 2012

O Estado é laico? DEUS SEJA LOUVADO

      Muitas discussões surgem da "laicidade" do Estado, ou seja, do não interferimento da religião, e mais precisamente da Religião Católica na estrutura do país, como é o caso do Brasil. Entretanto, percebe-se o quão importante é o papel da Igreja nos diversos meios do nosso país, como na política e na saúde.
      Com o "modernismo", com a disseminação de muitas doutrinas, e grande parte delas anticristãs, vê-se uma aversão e mesmo total rejeição de algumas pessoas aos ensinamentos e influências eclesiais. Isso porque muitos "evoluídos" consideram a religião algo atrasado, empecilho a suposta felicidade e ao esbanjamento de prazeres, este muitas vezes totalmente antiético e sem nenhum escrúpulo. 
      O prazer desmedido, o lucro, as arrogâncias, os status, tudo isso influencia para a rejeição da religião, a qual ensina a abstinência necessária, a fraternidade, a humildade, a pureza de coração. Estas virtudes norteiam a vida da Igreja, porque são preceitos ensinados por Jesus a toda a humanidade. 
      Quando falamos de Estado laico, precisamos ter o cuidado de não ter a ideia de um Estado ateu, ou pior, anticristão. O Estado laico respeita as religiões, respeita a cultura de um povo, respeita a crença, os valores, as tradições, principalmente se estas tradições forem benéficas a toda uma sociedade. 
      Retirar a tradição é ser contra o povo, contra a identidade e formação de toda uma sociedade. Descristianizar o Brasil, por exemplo, não é papel de um Estado laico. Muito pelo contrário, o Estado deve garantir a identidade cultural, pois é o que somos, e defender esta cultura, esta forma de viver, como uma política governamental, de modo a continuarmos com nossas raízes, preservando o que há de bom em nossas vidas e projetando-as para o futuro, de maneira mais aprimorada.
      O que alguns governantes(homens de influência política) pretendem ao arrancar, por exemplo, crucifixos e imagens religiosas de estabelecimentos públicos? Dizer aos cristãos, que somos a maioria, ser a nossa fé e cultura algo errado? Quem ganha com essa atitude? As pessoas, que cada vez mais vão ficar sem fé e vão ter suas vidas prejudicadas pelo fato de não recorrerem ao Deus Todo-Poderoso e ao Jesus Misericordioso?     Em um momento difícil, em um hospital, não poderemos recorrer a Deus em orações e rezando junto a uma imagem devotados por nós porque "O Estado é laico"? Quem ganha com isso? Pra ser bem cristão/católico, acho que só o demônio...   
      Rejeitar a fé de um povo, será este o papel de um Estado? Creio que não. O Estado tem muitas outras coisas  para realizar, para proporcionar bem estar a sua população, e não ser contra a população nesse aspecto. É dever do Governo e dever de todos nós zelar pela nossa identidade, cultura e fé.




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terça-feira, 17 de abril de 2012

Sacerdotes mortos no Titanic são recordados no centenário da tragédia

Sacerdotes mortos no Titanic são recordados no centenário da tragédia
17-04-2012
Tags: Titanic, 100 anos, desastre, sacerdotes mortos



Quase exatamente cem anos após o Titanic ter afundado se multiplicam as histórias sobre os seus passageiros contadas pelos sobreviventes, como aquela dos três sacerdotes que por distintos motivos se encontravam a bordo do navio na noite em que este colidiu fatalmente com um iceberg, e ajudaram heroicamente os passageiros a subir nos botes salva-vidas e, nos momentos finais, acompanharam com os sacramentos e a oração as vítimas do desastre.

O Pe. Juozas Montvila, sacerdote nascido em 1885 em Lituânia, o mais jovem dos três presbíteros a bordo do transatlântico, dirigia-se aos Estados Unidos para servir pastoralmente às comunidades de imigrantes lituanos em Nova Iorque ou em Massachusetts. O presbítero foi sedo proibido de exercer seu ministério católico em sua terra natal, em meio da repressão religiosa dos czares russos.

De acordo ao testemunho de sobreviventes, o Pe. Montvila "serviu seu chamado até o fim", recusando-se a escapar para ajudar outros passageiros a chegar até os botes salva-vidas. O Pe. Montvila considerado um herói em Lituânia.

Por sua parte o Pe. Joseph Peruschitz , sacerdote beneditino alemão, viajava aos Estados Unidos para assumir o cargo de diretor da escola preparatória dos beneditinos em Collegeville, Minnesota.

Durante a viagem, e à semelhança dos outros dois sacerdotes, o presbítero escutou confissões e celebrou Missa cada dia.

Segundo o testemunho de um sobrevivente que os viu à distância enquanto seu bote se afastava, nos últimos minutos da tragédia, o P. Peruschitz junto ao P. Thomas Byles dirigiram a reza do Rosário junto às vítimas que tinham ficado a bordo, ao tempo que as ondas chegavam à coberta.

O Pe. Thomas Byles viajava rumo a América do Norte para presidir o matrimônio de seu irmão, William. No momento da colisão do Titanic contra o iceberg que ocasionou a catástrofe, Byles se encontrava rezando seu breviário.

Todos os testemunhos dos sobreviventes coincidem em destacar a grande liderança e o valor demonstrado pelo sacerdote britânico.

Às 2:20 da madrugada de 15 de abril, hora em que afundou completamente o navio, o Pe. Byles, rezou o Ato de Contrição junto aos fiéis que permaneciam de joelhos junto a ele, e lhes deu a absolvição geral.

Uma história particular é a do P. Francis Browne, que viajou a bordo do Titanic mas como seminarista jesuíta e se livrou da tragédia. Apesar de que um casal de milionários que conheceu no navio se ofereceu a pagar a viagem até Nova Iorque, seu superior ordenou que ele abandonasse a nave no último porto europeu no que se deteve o Titanic, antes de dirigir-se aos Estados Unidos, em South Hampton.

"Saia já dessa nave" dizia claramente o telegrama que recebeu o Pe. Browne e que devido à "Santa obediência", salvou-se da catástrofe. O sacerdote jesuíta manteve essa nota em sua carteira até o último de seus dias.

Entretanto, durante o pouco tempo que esteve ao interior do Titanic, o então jovem seminarista, aficionado à fotografia, retratou o estilo de vida dos passageiros e a tripulação do transatlântico.

O Pe. Browne serviu logo como capelão das forças irlandesas durante a I Guerra Mundial, demonstrando grande valor e foi recompensado com várias condecorações, entre elas a Cruz Militar.

Percorreu pastoralmente toda a Irlanda e Austrália, fotografando tudo ao seu redor. No momento de sua morte, em 1960, suas imagens chegavam a mais de 40 mil.

O Pe. Edward O’Donnell, companheiro do Pe. Browne, colocou à luz suas fotografias esquecidas e as qualificou como um "equivalente em termos de fotografia ao descobrimento dos manuscritos do mar morto".




segunda-feira, 16 de abril de 2012

No Estado laico, direitos fundamentais podem ser desrespeitados?


Estaco Laico. Você com certeza já ouviu falar dele, afinal, você vive em um país que é governado a partir dos princípios da chamada 'laicidade'.

A laicidade vivida por um determinado Estado, o qual é oficialmente neutro em relação às questões religiosas, também garante a liberdade de cada indivíduo em relação à escolha de sua crença e da sua filosofia de vida.

"O Estado brasileiro é caracterizado como Estado laico pois está disposto na Constituição Federal : “Art. 5º, VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias” e, em seu art. 19, I, proíbe à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, “estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.”, ressaltou o magistrado e professor universitário aposentado, Dr. Manoel de Lima Júnior.

Estado laico e direitos fundamentais

Mas tal liberdade previamente garantida concede ao indivíduo o direito de desrespeitar os direitos fundamentais do outro? Até que ponto cada cidadão pode viver sua 'laicidade' sem ferir os direitos coletivos? O jurista também explica que, de fato a Constituição já possui normas muito claras e precisas no que diz respeito à salvaguarda da dignidade de cada ser humano.

"Todos têm direito à vida. É uma garantia fundamental constitucionalmente prevista. Não tenho qualquer dúvida de que a descriminalização do aborto constitui um atentado à vida, direito fundamental previsto na Constituição de 1988. A questão do aborto não é e nunca foi uma questão religiosa; é uma questão da própria natureza humana. Não é necessário apelar a princípios religiosos para repudiar a prática e a descriminalização do aborto. É cientificamente indiscutível que a vida começa com a concepção e que o aborto é um atentado contra a vida humana", disse o magistrado.


Estado laico e herança cultural

Quando se fala em laicidade, naturalmente as questões ligadas a aborto, união homoafetiva, divórcio e o uso de símbolos religiosos se transformam em pauta de debate. No caso do Brasil, cuja história desde os seus primórdios está profundamente ligada à religião católica, por exemplo, até que ponto é lícito retirar os símbolos religiosos dos espaços públicos? Tal prática não estaria indo contra a identidade cultural do país?

"Desse fato mesmo "de ser a religião um fato social, emerge, 'ipso facto', a ingente dificuldade de distinguir, em fronteiras nítidas, se as coisas tidas como da religião, como seus símbolos, pertencem apenas aos domínios do campo religioso ou se amalgamam e difundem pelos domínios da cultura, da tradição, do costume”. E tanto "as coisas são assim que Arnold Toynbee, o grande historiador inglês, chegou a sustentar que as próprias civilizações se desenvolvem nas linhas conceptuais de uma religião fundamental e entram em agonia quando se esvai o poder vital dessas religiões" (Parecer no Pt. n. 48723/07, de 27.8.2007)", salientou.

Fonte: (http://www.portalecclesia.com)






Modelo Victoria’s Secret cancelou contrato por causa da fé

A modelo americana Kylie Bisutti ficou famosa ao ganhar um concurso promovido pela prestigiada marca de lingerie Victoria’s Secret em 2009. A modelo foi a vencedora de um concurso que teve mais de 10 mil participantes. Porém agora a modelo decidiu romper seu contrato por questões religiosas.
Aos 21 anos, Bisutti é conhecida como uma das “anjinhas” da marca, mas declarou que hoje tem alguns arrependimentos em sua carreira, como frequentar festas e posar para fotos com roupas íntimas. “Eu decidi não desfilar mais com roupas íntimas, porque eu sinto que não estou honrando a Deus ou ao meu marido fazendo isso”, disse a modelo, casada desde os 19 anos.

A modelo afirmou em entrevista ao canal de notícias Fox News que, com essa sua decisão, estará abrindo mão de um sonho profissional em nome de sua fé cristã: “Trabalhar para Victoria’s Secret era meu grande objetivo na vida, tudo o que eu queria na minha carreira. Na verdade, eu adorava trabalhar lá, foi divertido e eu fiquei bastante conhecida. Mas comecei a me sentir cada vez mais desconfortável em posar de roupa íntima por causa da minha fé”. Ela afirmou ser cristã e disse que começou a se condenar por essas fotos e desfiles.

“Eu realmente não quero ser esse tipo de modelo para as meninas, porque eu vi um monte de meninas cristãs olhando para mim como um exemplo, e não quero que elas pensem que é certo andar por aí e mostrar para os meninos seu corpo em roupas íntimas”, completou.

“Eu caí em muitas coisas… é uma indústria tentadora… Meu objetivo hoje é ser um modelo melhor para a juventude… Eu quero que as pessoas vejam que há algo diferente em mim por causa da minha fé”, finalizou.
O cancelamento de seu contrato com a marca de roupas íntimas não significa que Kylie Bisutti irá abandonar sua carreira como modelo. Há pouco tempo ela gravou com Jennifer Lopez um novo comercial para a loja de departamentos Kohl, e está envolvida em um novo show de TV que deverá estrear em setembro pelo canal CW.





sexta-feira, 13 de abril de 2012

Deixe-me nascer - Celina Borges

Eterna - Resurrection (tradução)

ETERNA - "JESUS" ( NEW SONG ).

CNBB lamenta decisão do STF sobre aborto de bebês anencéfalos



Nota da CNBB sobre o aborto de Feto “Anencefálico”

Referente ao julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 54


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB - lamenta profundamente a decisão do Supremo Tribunal Federal que descriminalizou o aborto de feto com anencefalia ao julgar favorável a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54. Com esta decisão, a Suprema Corte parece não ter levado em conta a prerrogativa do Congresso Nacional cuja responsabilidade última é legislar.

Os princípios da “inviolabilidade do direito à vida”, da “dignidade da pessoa humana” e da promoção do bem de todos, sem qualquer forma de discriminação (cf. art. 5°, caput; 1°, III e 3°, IV, Constituição Federal), referem-se tanto à mulher quanto aos fetos anencefálicos. Quando a vida não é respeitada, todos os outros direitos são menosprezados, e rompem-se as relações mais profundas.

Legalizar o aborto de fetos com anencefalia, erroneamente diagnosticados como mortos cerebrais, é descartar um ser humano frágil e indefeso. A ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não aceita exceções. Os fetos anencefálicos, como todos os seres inocentes e frágeis, não podem ser descartados e nem ter seus direitos fundamentais vilipendiados!

A gestação de uma criança com anencefalia é um drama para a família, especialmente para a mãe. Considerar que o aborto é a melhor opção para a mulher, além de negar o direito inviolável do nascituro, ignora as consequências psicológicas negativas para a mãe. Estado e a sociedade devem oferecer à gestante amparo e proteção

Ao defender o direito à vida dos anencefálicos, a Igreja se fundamenta numa visão antropológica do ser humano, baseando-se em argumentos teológicos éticos, científicos e jurídicos. Exclui-se, portanto, qualquer argumentação que afirme tratar-se de ingerência da religião no Estado laico. A participação efetiva na defesa e na promoção da dignidade e liberdade humanas deve ser legitimamente assegurada também à Igreja.

A Páscoa de Jesus que comemora a vitória da vida sobre a morte, nos inspira a reafirmar com convicção que a vida humana é sagrada e sua dignidade inviolável.

Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, nos ajude em nossa missão de fazer ecoar a Palavra de Deus: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).


Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB















quinta-feira, 12 de abril de 2012

Lutando em favor da vida

      Ontem, quarta-feira, continuamos lutando a favor da vida, contra este grande erro que o Supremo Tribunal Federal está prestes a fazer. A votação ficou 5 contra 1 a favor do aborto de anencéfalos.
      Unimos nossas vozes, nossas orações, nossa força para rejeitar o aborto no Brasil. Pessoas de diversas congregações religiosas, comunidades, paróquias, pastorais e movimentos se uniram em torno dessa importante causa, qual seja a vida. Em harmonia entoamos hinos, canções, preces, e mesmo nos manifestamos, bradamos por um país mais justo e mais humano, para fazer do BRASIL, UM PAÍS DE TODOS.
      Lutamos intensamente pela vida, encarando o sol forte do planalto, do calor quase "desértico" e seco, da indiferença da maioria dos chefes do STF... estes preocupados em dar continuidade aos planos do Partido dos Trabalhadores, tais como o aborto e a falso "direito das mulheres"... mulheres egoístas, claro!
      Algumas pessoas que passavam também olhavam a concentração de pessoas com um certo desdém, não querendo nem mesmo tentar entender porque somos contra o aborto de anencéfalos. Ao distribuir folhetos explicativos, muitos não se davam o trabalho nem de pegar os papéis demonstrativos do porquê de sermos contrários ao aborto... Outros, porém, nos apoiaram também!
      O dia passou, fizemos a oração do Santo Terço, todos de joelhos, pedindo a Nossa Senhora, em especial Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora Aparecida, para rogar pelo Brasil e retirar todo mal dos poderes de nossa nação, e também pela especial proteção dado a todos os bebês, TODOS, sem exceção, tanto dos doentes quanto dos sadios.
      No final do dia, algo nos deixou um tanto desolados: 5 ministros foram a favor do aborto... um porém, Ricardo Lewandowski, mostrou a vontade da população brasileira, foi contra o aborto em caso de crianças sem parte do cérebro. 
      Muitos foram embora depois das 18 horas da tarde. Cada um foi para suas casas... cada um seguiu seu rumo. Muitos estarão na quinta protestando novamente. Cada um dos manifestantes tem sua vida, mas abdicou de sua vida para defender a vida: é o amor de Jesus, o qual morreu para salvar a vida de todos. Fizemos, então, a vontade de Deus.
      A vida é vida, não há como negar. Se é vida, não devemos nos questionar sobre sua existência: a vida existe e pronto! Somente Deus pode tirar a vida, pois a vida e uma dádiva. E, como servos de Deus, após um dia de trabalho realizado, voltamos satisfeitos para casa... não uma satisfação momentâneo, os prazeres deste mundo. A satisfação em servir Jesus é uma alegria eterna...!!!





segunda-feira, 9 de abril de 2012

A Paz Que Eu Preciso Banda Eterna

CNBB convoca para Vigília de Oração pela Vida



Na próxima quarta-feira, dia 11/04, o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza o julgamento sobre a descriminalização do aborto de anencéfalos – casos em que o feto tem má formação no cérebro. A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou nesta Sexta-feira Santa, 6 de abril, uma carta a todos os bispos do país, convocando para uma Vigília de Oração pela Vida para ser realizada na terça-feira, às vésperas do julgamento. Também na terça haverá, às 18h, um tuitaço com a tag #afavordavida. 

Em agosto de 2008, por ocasião do primeiro julgamento do caso, a CNBB publicou uma nota que explicita a sua posição. “A vida deve ser acolhida como dom e compromisso, mesmo que seu percurso natural seja, presumivelmente, breve. (...)Todos têm direito à vida. Nenhuma legislação jamais poderá tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito. Portanto, diante da ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não se pode aceitar exceções. Os fetos anencefálicos não são descartáveis. O aborto de feto com anencefalia é uma pena de morte decretada contra um ser humano frágil e indefeso. A Igreja, seguindo a lei natural e fiel aos ensinamentos de Jesus Cristo, que veio “para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10), insistentemente, pede, que a vida seja respeitada e que se promovam políticas públicas voltadas para a eficaz prevenção dos males relativos à anencefalia e se dê o devido apoio às famílias que convivem com esta realidade”.

A seguir, a íntegra da carta da presidência da CNBB, bem como o texto completo da nota sobre o assunto:

Brasília, 06 de abril de 2012
P - Nº 0328/12
Exmos. e Revmos. Srs.
Cardeais, Arcebispos e Bispos
Em própria sede
ASSUNTO: Vigília de Oração pela Vida, às vésperas do dia 11/04/12, quarta feira.
DGAE/2011-2015: Igreja a serviço da vida plena para todos (nn. 65-72)

“Para que TODOS tenham vida” (Jo 10,10).

CF 2008: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).

CF 2012: “Que a saúde se difunda sobre a terra” (Eclo 38,8).

Irmãos no Episcopado,

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil jamais deixou de se manifestar como voz autorizada do episcopado brasileiro sobre temas em discussão na sociedade, especialmente para iluminá-la com a luz da fé em Jesus Cristo Ressuscitado, “Caminho, Verdade e Vida”.

Reafirmando a NOTA DA CNBB (P – 0706/08, de 21 de agosto de 2008) SOBRE ABORTO DE FETO “ANENCEFÁLICO” REFERENTE À ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL Nº 54 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, a presidência solicita aos irmãos no episcopado:

Promoverem, em suas arqui/dioceses, uma VIGÍLIA DE ORAÇÃO PELA VIDA, às vésperas do julgamento pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possibilidade legal do “aborto de fetos com meroanencefalia (meros = parte), comumente denominadosanencefálicos” (CNBB, nota P-0706/08). 

Informa-se que a data do julgamento da ADPF Nº 54/2004 será DIA 11 DE ABRIL DE 2012, quarta feira da 1ª Semana da Páscoa, em sessão extraordinária, a partir das 09 horas.

Com renovada estima em Jesus Cristo, nosso Mestre Vencedor da morte, agradecemos aos irmãos de ministério em favor dos mais frágeis e indefesos,

Cardeal Raymundo Damasceno Assis Dom José Belisário da Silva Dom Leonardo Steiner

Arcebispo de Aparecida Arcebispo de São Luiz Bispo Auxiliar de Brasília

Presidente da CNBB Vice Presidente da CNBB Secretário Geral da CNBB

Nota da CNBB sobre Aborto de Feto “Anencefálico”

Referente à Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54 do Supremo Tribunal Federal

O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, em reunião ordinária, vem manifestar-se sobre a Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF n° 54/2004), em andamento no Supremo Tribunal Federal, que tem por objetivo legalizar o aborto de fetos com meroanencefalia (meros = parte), comumente denominados “anencefálicos”, que não têm em maior ou menor grau, as partes superiores do encéfalo e que erroneamente, têm sido interpretados como não possuindo todo o encéfalo, situação que seria totalmente incompatível com a vida, até mesmo pela incapacidade de respirar. Tais circunstâncias, todavia, não diminuem a dignidade da vida humana em gestação.

Recordamos que no dia 1° de agosto de 2008, no interior do Estado de São Paulo, faleceu, com um ano e oito meses, a menina Marcela de Jesus Galante Ferreira, diagnosticada com anencefalia. Quando Marcela ainda estava viva, sua pediatra afirmou: “a menina é muito ativa, distingue a sua mãe e chora quando não está em seus braços.” Marcela é um exemplo claro de que uma criança, mesmo com tão malformação, é um ser humano, e como tal, merecedor de atenção e respeito. Embora a Anencefalia esteja no rol das doenças congênitas letais, cursando com baixo tempo de vida, os fetos portadores destas afecções devem ter seus direitos respeitados.

Entendemos que os princípios da “inviolabilidade do direito à vida”, da “dignidade da pessoa humana” e da promoção do bem de todos, sem qualquer forma de discriminação, (cf. art. 5°, caput; 1°, III e 3°, IV, da Constituição Federal) referem-se também aos fetos anencefálicos. Quando a vida não é respeitada todos os outros direitos são menosprezados. Uma “sociedade livre, justa e solidária” (art. 3°, I, da Constituição Federal) não se constrói com violências contra doentes e indefesos. As pretensões de desqualificação da pessoa humana ferem sua dignidade intrínseca e inviolável.

A vida deve ser acolhida como dom e compromisso, mesmo que seu percurso natural seja, presumivelmente, breve. Há uma enorme diferença ética, moral e espiritual entre a morte natural e a morte provocada. Aplica-se aqui, o mandamento: “Não matarás” (Ex 20,13).

Todos têm direito à vida. Nenhuma legislação jamais poderá tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito. Portanto, diante da ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não se pode aceitar exceções. Os fetos anencefálicos não são descartáveis. O aborto de feto com anencefalia é uma pena de morte decretada contra um ser humano frágil e indefeso.

A Igreja, seguindo a lei natural e fiel aos ensinamentos de Jesus Cristo, que veio “para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10), insistentemente, pede, que a vida seja respeitada e que se promovam políticas públicas voltadas para a eficaz prevenção dos males relativos à anencefalia e se dê o devido apoio às famílias que convivem com esta realidade.

Com toda convicção reafirmamos que a vida humana é sagrada e possui dignidade inviolável. Fazendo, ainda, ecoar a Palavra de Deus que serviu de lema para a Campanha da Fraternidade, deste ano, repetimos: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).

Dom Geraldo Lyrio Rocha - Arcebispo de Mariana - Presidente da CNBB
Dom Luiz Soares Vieira Arcebispo de Manaus – Vice Presidente da CNBB
Dom Dimas Lara Barbosa - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro - Secretário Geral da CNBB